No acesso de Henry ao terço distal do rádio, as estruturas em risco são a:
- artéria radial e o nervo mediano
- artéria interóssea anterior e o nervo mediano
- artéria radial e o ramo sensitivo do nervo radial
- artéria interóssea anterior e o ramo sensitivo do nervo radial
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Conceito-chave
O acesso anterior de Henry deve ser entendido pelo nível do rádio que está sendo exposto. No distal, o intervalo superficial está entre braquiorradial e flexor radial do carpo. A artéria radial percorre essa região, e o ramo superficial, sensitivo, do radial acompanha o braquiorradial e é protegido no afastamento lateral.
O plano é internervoso entre músculos de inervação radial e mediana, mas isso não significa que o nervo mediano seja a estrutura que passa superficialmente nesse intervalo. A pergunta quer as estruturas efetivamente relacionadas ao campo, não o nome do nervo que inerva um dos músculos usados como limite.
Na dissecção profunda distal, o flexor longo do polegar é levado para ulnar e o pronador quadrado é liberado com o antebraço supinado. No proximal, surgem outros riscos e outra etapa de proteção do interósseo posterior. Transferir a resposta entre níveis pode gerar um par que parece anatômico, mas não corresponde ao trecho pedido.
Na Biblioteca, leia “Rádio pela frente: Henry”. Acompanhe primeiro o intervalo braquiorradial/flexor radial e depois a artéria e o ramo sensitivo. Separar limite muscular, inervação e estrutura em risco evita decorar uma lista sem localização.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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