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Questão de Fratura transtrocantérica (TARO 2020)

Trauma adultoFratura transtrocantéricaTARO 2020

Na fratura transtrocantérica, a fratura mais frequentemente associada é a da extremidade distal do:

  1. rádio ipsilateral
  2. rádio contralateral
  3. úmero ipsilateral
  4. úmero contralateral
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Gabarito: A · rádio ipsilateral

Conceito-chave

Uma queda lateral pode quebrar o quadril e também o membro superior que tenta amortecê-la. Na fratura transtrocantérica, a associação óssea mais comum descrita é a do rádio distal do mesmo lado, alternativa A.

O resumo informa outra fratura em cerca de 4% dos pacientes, quase sempre no membro superior ipsilateral: rádio distal em 2% e úmero proximal em 1%. O mecanismo ajuda a relacionar os achados: o paciente cai sobre um lado do quadril e apoia a mão desse lado. A deformidade dolorosa do membro inferior não deve encerrar a avaliação do restante do corpo (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Quem sofre e o que esperar”).

A pergunta exige duas identificações independentes: o osso e o lado. Reconhecer o rádio e marcar contralateral perde a associação mais frequente; escolher úmero distal também não corresponde ao segundo grupo descrito, que é o úmero proximal. Não se deve trocar a região anatômica porque o nome do osso parece familiar.

Essas proporções não permitem dizer que todo paciente terá uma segunda fratura nem que lesões menos frequentes possam ser ignoradas. O capítulo ainda lembra trauma craniano e fraturas pélvicas, reforçando uma avaliação orientada pelo mecanismo e pelos achados. No resumo da Biblioteca, veja as lesões associadas: o benefício do dado é lembrar de procurar além do quadril, sem transformá-lo em diagnóstico presumido.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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