Na vista posterior dos ligamentos da hemipelve, a estrutura curta apontada pela seta é o ligamento

- iliolombar.
- sacroespinal.
- sacrotuberal.
- sacroilíaco posterior.
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Conceito-chave
A faixa curta assinalada chega à espinha isquiática, por baixo da grande faixa que segue ao túber. É o sacroespinal ou sacroespinhoso, alternativa B, visto pela face posterior.
O contraste útil é com o sacrotuberoso: este é mais largo e superficial e termina no túber isquiático. O sacroespinhoso é curto e participa da separação dos forames isquiáticos maior e menor. Seguir a inserção permite reconhecer a estrutura mesmo quando parte dela fica encoberta (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Quem segura o anel”).
No alto, o iliolombar conecta L5 à crista; perto da sacroilíaca, os ligamentos posteriores e interósseos unem os componentes do anel e contêm deslocamentos verticais e posteriores. Essas posições ajudam a eliminar opções que têm função estabilizadora real, mas não correspondem à seta.
O ligamento da seta é acessório, não toda a estabilidade posterior. A importância mecânica do setor posterior não deve ser atribuída a uma única faixa porque ela é fácil de ver na imagem.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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