Na osteonecrose do quadril, as imagens de ressonância magnética a seguir demonstram o método de:

- FICAT, cuja soma dos ângulos tem valor preditivo quanto ao colapso subcondral.
- FICAT, cuja soma dos ângulos não tem valor preditivo quanto ao colapso subcondral.
- KERBOUL, cuja soma dos ângulos tem valor preditivo quanto ao colapso subcondral.
- KERBOUL, cuja soma dos ângulos não tem valor preditivo quanto ao colapso subcondral.
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Conceito-chave
A osteonecrose compromete a viabilidade de uma região da cabeça femoral. A evolução depende, entre outros fatores, da extensão e da localização da área necrótica na superfície que suporta carga. Quando o osso subcondral perde resistência, pode ocorrer fratura e colapso, modificando as possibilidades de preservação da articulação.
Na figura, os ângulos A e B medem os arcos da área necrótica em cortes coronal e sagital. Sua soma é o ângulo combinado de Kerboul modificado para ressonância magnética. Quanto maior o comprometimento angular, maior tende a ser o risco de colapso. A técnica original utilizava radiografias; a adaptação para ressonância permite avaliar doença mais precoce.
O método não é uma soma de graus de classificação de Ficat. Ficat organiza estágios com base na apresentação e nas alterações estruturais, enquanto Kerboul quantifica extensão. Estudos sustentam valor prognóstico do ângulo combinado, mas seus limites derivam de populações específicas: ele deve ser integrado à localização, ao estágio e aos demais fatores clínicos, não tratado como previsão infalível para um paciente.
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