Na artroplastia total do quadril, durante a cimentação, a complicação que diminuiu consideravelmente com a melhora das técnicas de anestesia foi
- o broncoespasmo.
- a queda da pressão arterial.
- a trombose venosa profunda.
- o tromboembolismo pulmonar.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Nas artroplastias com haste cimentada, o cimento ósseo é empurrado sob pressão para dentro do canal do fêmur, e depois a haste é introduzida. Nesse momento pode acontecer a síndrome da implantação do cimento.
O que acontece: a pressão empurra gordura, medula e ar do canal para dentro das veias, e esses pequenos êmbolos vão para o pulmão. Além disso, são liberadas substâncias inflamatórias. O resultado é:
queda da pressão arterial (hipotensão), a manifestação central;
queda da oxigenação;
arritmias e, nos casos graves, parada cardíaca.
O risco é maior em idosos, em pacientes operados por fratura do colo do fêmur e em quem já tem doença do coração ou do pulmão.
O que reduziu essa complicação:
condutas anestésicas: deixar o paciente bem hidratado antes da cimentação, monitorar de perto e aumentar a oferta de oxigênio;
comunicação: o cirurgião avisa o anestesista no momento exato da cimentação;
técnica cirúrgica: lavar bem o canal com jato pulsátil, secá-lo e aliviar a pressão dentro do osso.
Vale não confundir com a trombose venosa profunda e a embolia pulmonar, que são outras complicações da artroplastia, mas diminuíram por outro motivo: o uso de remédios anticoagulantes de profilaxia e a mobilização precoce do paciente.
Na prova: a queda da pressão arterial durante a cimentação diminuiu com a melhora das técnicas de anestesia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo