No fim do crescimento do úmero distal, os centros secundários que se fundem entre si formando um único centro epifisário são
- capítulo, tróclea e epicôndilo lateral.
- capítulo, tróclea e epicôndilo medial.
- capítulo, epicôndilo medial e epicôndilo lateral.
- tróclea, epicôndilo medial e epicôndilo lateral.
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Conceito-chave
O úmero distal forma um centro epifisário comum antes de encerrar o crescimento. Esse bloco reúne capítulo, tróclea e epicôndilo lateral. Mais tarde, ele se funde à metáfise. O epicôndilo medial permanece à parte, separado por osso metafisário, e é o último a se fundir.
A superfície articular é representada pelo capítulo e pela tróclea; o epicôndilo lateral se une ao conjunto. O medial, apesar de aparecer relativamente cedo, não entra nessa união inicial. Conhecer esse desenvolvimento evita supor que todos os centros do úmero distal se fundam simultaneamente ou que o núcleo mais tardio a aparecer também seja o último separado.
Por que esta questão foi criada. A formação do bloco epifisário explica por que o último centro a aparecer não é o último a se fundir, distinção recorrente nas provas citadas no resumo.
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