Menino, 3 anos de idade, apresentou fratura diafisária do fêmur direito após cair do balanço no parquinho da escola. As radiografias realizadas no pronto-socorro demonstraram encurtamento de 2 cm, angulação em varo de 15° e posterior de 20°. Assinale a alternativa que contenha a melhor opção de tratamento para este paciente:
- Gesso pélvico-podálico.
- Fixador externo.
- Haste intramedular anterógrada.
- Haste intramedular retrógrada.
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Conceito-chave
Aos três anos, os valores apresentados coincidem com a linha de 2 a 5 anos da Tabela 25-2: 15 graus de varo ou valgo, 20 graus de angulação anterior ou posterior e 20 mm de encurtamento. O caso tem exatamente esses valores, o que sustenta gesso pelvipodálico entre as opções (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 25, Tabela 25-2 e pré-escolar).
O potencial de remodelação explica a tolerância angular nessa idade. O plano sagital, anterior ou posterior, corrige melhor que o coronal; o crescimento também pode compensar parte do encurtamento. Isso não significa deixar de reduzir, controlar o foco ou acompanhar a posição do gesso.
Há uma ressalva de limite: a seleção para gesso imediato no texto usa menos de 2 cm de encurtamento inicial, enquanto o caso está no limite de 2 cm aceito na tabela e no controle final descrito. A tabela e a faixa etária favorecem o gesso, mas edema importante, instabilidade longitudinal e lesões associadas poderiam mudar a conduta. O enunciado não informa essas contraindicações.
Não há gabarito oficial cadastrado. A resposta fica como provável A pela bibliografia, sem transformá-la em uma resposta fornecida pela banca. O tratamento deve incluir seguimento da redução, não apenas aplicação inicial do gesso.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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