A fratura triplanar do tornozelo é caracterizada por ser uma
- SALTER-HARRIS I na incidência AP e SALTER-HARRIS II no perfil.
- SALTER-HARRIS IV na incidência AP e SALTER-HARRIS III no perfil.
- SALTER-HARRIS III na incidência AP e SALTER-HARRIS II no perfil.
- SALTER-HARRIS IV na incidência AP e SALTER-HARRIS V no perfil.
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Conceito-chave
A fratura triplanar é uma lesão de transição durante o fechamento assimétrico da fise distal da tíbia. Ela combina traços nos planos sagital, transversal e coronal: o epifisário atinge a articulação, o transversal percorre a fise e o metafisário completa a geometria tridimensional.
Uma projeção radiográfica mostra apenas parte dessa estrutura. No padrão clássico, o AP lembra Salter-Harris III e o perfil lembra Salter-Harris II. Isso não significa que existem duas fraturas independentes nem que a lesão completa seja extra-articular. A tomografia pode definir fragmentos, degrau articular e trajetória para planejamento quando há indicação. Salter-Harris IV descreve o comprometimento combinado na avaliação global.
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