Na fratura “em galho verde” da metáfise proximal da tíbia, a deformidade mais frequente é o
- varo.
- valgo.
- recurvato.
- antecurvato.
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Conceito-chave
Na criança pequena, uma fratura em galho verde da metáfise proximal da tíbia tem tendência ao valgo, inclusive como deformidade tardia de Cozen. O mecanismo habitual abre o lado medial: uma força lateral no joelho em extensão produz tensão e falha da cortical medial, frequentemente poupando a fíbula (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Metáfise proximal: a fratura de COZEN).
É preciso separar o desvio inicial do crescimento posterior. A redução procura corrigir o alinhamento, e o gesso recebe molde em varo para contrariar a tendência. Apesar disso, valgo pode aparecer depois mesmo em fraturas sem desvio ou bem reduzidas. A explicação tardia inclui crescimento fisário assimétrico, e não apenas uma redução que teria ficado errada.
O resumo descreve a deformidade ficando evidente por volta de seis meses, progredindo até 18 a 24 meses e corrigindo gradualmente depois. A família precisa conhecer essa possibilidade; a aparição do valgo não constitui, por si só, indicação de osteotomia precoce.
A localização importa. Na lesão da fise anterior ou da tuberosidade, pode surgir recurvato por parada anterior; isso é diferente do valgo associado à fratura metafisária proximal em galho verde. Saber que ambas ficam perto do joelho não autoriza trocar suas sequelas.
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