A complicação mais temida relacionada à confecção inicial de bota gessada e tração excessiva durante a confecção da spica gessada para fratura de fêmur diafisária na criança é
- o desvio angular em valgo.
- a síndrome compartimental.
- o alongamento maior que 3 cm.
- o ferimento por compressão no maléolo lateral.
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Conceito-chave
A complicação mais temida desse cenário é a síndrome compartimental. O enunciado relaciona a bota gessada inicial à aplicação de tração excessiva durante a confecção da spica. O resumo associa essa situação à síndrome e explica que tração e compressão por posicionamento podem aumentar a pressão e reduzir a perfusão da perna.
O perigo é manter músculo e nervo em um compartimento sem margem para expansão, com queda do gradiente de perfusão. O resumo também mostra que elevar o membro e comprimir a panturrilha podem diminuir a tolerância à isquemia. Não basta a fratura femoral parecer alinhada: uma complicação no segmento usado para aplicar tração continua possível.
Valgo descreve alinhamento; alongamento descreve comprimento; ferida no maléolo descreve lesão localizada de pele. Todos pertencem à avaliação do tratamento, mas nenhum traduz a ameaça difusa à viabilidade muscular que torna a síndrome a complicação destacada nesta técnica. A dor progressiva e desproporcional não deve ser atribuída automaticamente ao trauma ou ao desconforto do gesso.
Leia “A fratura associada” e a explicação do efeito da pressão na Biblioteca. O ponto útil é distinguir boa posição do osso de perfusão segura dos tecidos. O resumo consultado não fornece um protocolo pediátrico completo de confecção da spica.
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