No cruzamento tendíneo denominado nó de HENRY, o flexor longo do hálux passa
- no dorso, profundo ao flexor longo dos dedos.
- na planta, profundo ao flexor longo dos dedos.
- no dorso, superficial ao flexor longo dos dedos.
- na planta, superficial ao flexor longo dos dedos.
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Conceito-chave
Os tendões longos mudam de posição entre o tornozelo e a planta. Na região posterior ao maléolo medial, os tendões do tibial posterior, flexor longo dos dedos e flexor longo do hálux dividem espaço com vasos tibiais posteriores e nervo tibial sob o retináculo dos flexores. O tibial posterior se dirige ao navicular; os flexores continuam para os dedos.
O flexor longo do hálux passa entre os tubérculos do processo posterior do tálus e depois inferiormente ao sustentáculo do tálus. Na planta, cruza o tendão do flexor longo dos dedos no nó de HENRY, ficando profundo a ele. Essa relação não pode ser deduzida pelo lado do dedo de destino: o ventre do flexor do hálux nasce lateralmente na perna, mas o tendão termina no primeiro dedo, medial no pé.
Na segunda camada plantar aparecem os dois tendões longos, além do quadrado plantar e dos lumbricais. O quadrado plantar se fixa no tendão do flexor longo dos dedos; os lumbricais nascem em seus tendões separados. Eles não são ramos do tendão do flexor longo do hálux.
O fibular longo percorre outro trajeto: passa posteriormente ao maléolo lateral, segue pelo sulco plantar do cuboide e cruza a planta até a região do primeiro raio. Não integra o feixe do túnel do tarso. Trajeto, cruzamento e destino distinguem tendões que podem parecer semelhantes quando vistos isoladamente.
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