Na biomecânica do tornozelo, a subluxação lateral do tálus em 1 mm diminui a área de contato da articulação tibiotársica em:
- 10%.
- 22%.
- 30%.
- 42%.
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Conceito-chave
Um tálus apenas 1 mm lateralizado já mudou bastante a área pela qual a carga passa. No experimento clássico de Ramsey e Hamilton, a redução da área de contato tibiotalar foi de 42%, alternativa D.
A cúpula talar e o plafond funcionam como superfícies congruentes: o encaixe distribui a carga por uma área ampla. Quando o tálus sai lateralmente, não se perde apenas aquele milímetro na borda; muda a correspondência entre as superfícies. O número do estudo mostra como um desvio pequeno na radiografia pode representar uma alteração mecânica relevante (Rockwood, 10ª ed., cap. 65, “Ramsey e Hamilton”).
Área de contato não é um escore clínico. O resumo registra críticas ao estudo e discussão sobre a relação exata entre desvio, área e pressão. Não se deve transformar 42% em uma taxa de artrose, perda de função ou incapacidade de apoiar. A lição sustentada é preservar congruência e estabilidade do tálus.
Também não basta contar quantos maléolos quebraram. O objetivo da redução é manter o tálus centrado sob o plafond até a consolidação. A cartilagem pode ter sido lesada no trauma mesmo com boa redução, e uma fratura lateral verdadeiramente isolada pode permanecer congruente sem cirurgia: o número não obriga a operar toda fratura da fíbula.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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