Sobre os tumores malignos de pele da mão, qual afirmação está de acordo com o Green?
- O carcinoma espinocelular do paroníquio tem alta recorrência local e baixa taxa de metástase
- No melanoma in situ, recomenda-se amputar a falange distal
- O melanoma subungueal raramente é confundido com hematoma
- No membro superior, o dedo mais atingido pelo melanoma da unha é o indicador
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Conceito-chave
Na mão, o câncer de pele mais comum é o carcinoma espinocelular, e o lugar onde ele aparece muda o prognóstico. O melanoma, mais raro, esconde-se debaixo da unha.
O espinocelular. A localização importa: o carcinoma espinocelular do paroníquio tem alta incidência de recorrência local, mas baixa taxa de metástase. O tamanho também: lesões maiores que 2 cm recidivam duas vezes mais e dão metástase três vezes mais que as menores (Green, cap. 58, p. 2170).
O melanoma subungueal. Acomete mais comumente o polegar no membro superior e pode ser confundido com hematoma subungueal; a biópsia é necessária para a lesão ungueal pigmentada que persiste por mais de 2 meses (Green, cap. 58, p. 2171).
As margens no melanoma. Hoje se baseiam na espessura de BRESLOW: in situ, 0,5 a 1 cm; até 1 mm, 1 cm; de 1 a 2 mm, 1 a 2 cm; acima de 2 mm, 2 cm. Essas margens valem para a periferia, porque na mão é impossível ter margens profundas equivalentes; para lesões in situ, a amputação não é necessária (Green, cap. 58, p. 2171).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 92 do SIMÃO 2022, que cobrou afirmações sobre os tumores malignos de pele.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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