Quando o ligamento colateral radial da metacarpofalângica do polegar se rompe completamente, como a falange proximal tende a se posicionar em relação ao metacarpo?
- Em supinação
- Em flexão isolada
- Em pronação
- Em extensão isolada
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Conceito-chave
Os colaterais da metacarpofalângica do polegar fazem mais do que segurar o lado: eles também impedem a falange de escorregar para palmar. Quando um deles rompe, a falange gira em torno do que ficou inteiro, como uma porta em volta da dobradiça.
O mecanismo. SMITH observou que os colaterais da metacarpofalângica do polegar dão estabilidade lateral e também resistem à subluxação volar. Se um ligamento rompe, a falange proximal tende a girar volarmente do lado da ruptura, com o ligamento oposto intacto como eixo (Green, cap. 8, p. 349).
Os dois lados. Na ruptura isolada do colateral ulnar, a falange proximal gira em supinação em volta do colateral radial intacto. Já quando o colateral radial está rompido, a falange proximal prona em relação ao metacarpo (Green, cap. 8, p. 349).
Por que esta questão foi criada. Inspirada na questão 18 do SIMÃO 2022, que perguntou o que acontece com a falange proximal na lesão completa do colateral radial da metacarpofalângica do polegar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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