Na classificação de WEISS-HASTINGS das fraturas condilares falângicas, o tipo III apresenta traço no plano
- coronal volar.
- oblíquo volar.
- sagital longo.
- coronal dorsal.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Weiss e Hastings classificam o traço das fraturas unicondilares da falange proximal. O sistema descreve a orientação e a localização do fragmento articular: tipo I, oblíquo volar; tipo II, sagital longo; tipo III, coronal dorsal; tipo IV, coronal volar. A letra ou o número não expressam simplesmente um grau crescente de gravidade.
O plano sagital divide os lados radial e ulnar; um traço sagital longo produz um fragmento condilar longitudinal. O plano coronal separa porções dorsal e volar, exigindo acrescentar qual delas está fraturada. Por isso os tipos III e IV usam o mesmo plano, mas diferem entre fragmento dorsal e volar.
Nas fraturas condilares, a superfície articular e a irrigação do fragmento importam para a conduta. O resumo orienta preservar a inserção do colateral no côndilo, porque ela leva irrigação, e obter estabilidade que permita movimento. Uma fratura sem desvio também exige acompanhamento, pois deslocamento secundário pode comprometer a congruência.
Leia “Classificação e anatomia da cabeça”, na seção “Desvios das falanges e a falange proximal” do resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo