Na fratura de SEYMOUR, o tecido que pode ficar interposto no foco e impedir a redução é o
- tendão flexor profundo.
- tendão extensor terminal.
- ligamento colateral próprio.
- tecido do leito ungueal lesado.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Uma fratura que também é uma lesão ungueal. SEYMOUR envolve a região fisária da falange distal, associada à lesão do leito ungueal. O dedo pode parecer um martelo: a ponta fica fletida, mas o problema está na fratura, e não necessariamente na avulsão do extensor. A lâmina ungueal pode sair de sua posição habitual e ficar superficial à prega proximal.
O leito ungueal lesionado pode entrar entre os fragmentos. Isso explica por que a redução fechada falha e por que apenas corrigir a angulação não resolve toda a lesão. É preciso examinar a unha e reconhecer a comunicação do foco com a ferida: tratar uma lesão aberta como uma fratura fechada aumenta o risco de infecção e de problemas de consolidação.
O tratamento tem mais de um objetivo. Remover o tecido interposto, limpar a lesão, obter redução e estabilidade, reparar o leito e recolocar adequadamente a lâmina ungueal. O fio de KIRSCHNER pode ser necessário para uma redução instável. A escolha não é entre “cuidar do osso” e “cuidar da unha”; ambos fazem parte da mesma lesão.
A diferença para o martelo ósseo é importante: neste, o fragmento está na base dorsal, relacionado à inserção do extensor terminal. Em SEYMOUR, a localização do traço e o deslocamento da unha orientam o diagnóstico.
Leia a seção “Falange distal: tufo, martelo ósseo, jersey e Seymour” no resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45, na Biblioteca, para conferir o mecanismo e suas implicações.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo