A maior parte da irrigação do escafoide entra pela crista dorsal e alcança o polo proximal por fluxo
- retrógrado, em ramos da ulnar.
- anterógrado, em ramos da ulnar.
- retrógrado, em ramos da radial.
- anterógrado, em ramos da radial.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O polo proximal do escafoide recebe sangue que entra principalmente pela crista dorsal, a partir de ramos da artéria radial, e percorre o osso até a região proximal. Por isso, o fluxo é chamado retrógrado: o ponto de entrada não fica diretamente na extremidade que depende dessa irrigação.
O resumo descreve dois pedículos. O dorsal alcança a maior parte do osso, incluindo o polo proximal; o volar entra pelo tubérculo e atende a porção distal. A cintura tem poucas ou nenhuma perfuração vascular, e a cartilagem proximal não oferece uma entrada alternativa direta.
Uma fratura pode, assim, separar o polo proximal do caminho intraósseo que o nutre. Isso explica risco de pseudartrose e necrose, mas não significa que toda interrupção vascular termine em necrose definitiva: a fonte admite revascularização após estabilização. Conteúdo consultado no resumo do Rockwood and Green, 10ª edição, capítulo 44, seções de anatomia/irrigação e tratamento agudo do escafoide.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo