Na suspeita de tenossinovite de De Quervain, qual característica auxilia na diferenciação diagnóstica em relação a outras causas comuns de dor radial no punho?
- A dor da artrite escafotrapeziometacarpal é indistinguível da dor de De Quervain, sendo o teste de Finkelstein positivo em ambos.
- Na tenossinovite de De Quervain, a dor localiza-se sobre o primeiro compartimento extensor, aumenta com extensão resistida do polegar e está ausente nas manobras provocativas para síndrome do interósseo posterior e artrite escafotrapeziometacarpal.
- A síndrome do interósseo posterior cursa com dor radial no punho e fraqueza de flexão do polegar, sendo agravada por manobras de pinça.
- A compressão do nervo radial superficial (síndrome de Wartenberg) está associada à dor profunda sobre o estiloide ulnar, irradiando para os últimos dedos.
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Conceito-chave
De Quervain envolve o primeiro compartimento extensor, com abdutor longo e extensor curto do polegar. Dor sobre estiloide radial e ao usar esses tendões ajuda a localizar. Septação e múltiplas porções tendíneas podem influenciar infiltração e liberação.
Dor radial também pode vir de artrose do polegar ou região escafotrapeziotrapezoide, compressão sensitiva radial e outros problemas. Exame deve localizar ponto doloroso, testar articulações e procurar parestesias, em vez de usar uma manobra isolada como diagnóstico definitivo.
Interósseo posterior é motor e pode causar fraqueza extensora; não explica fraqueza de flexão do polegar, função do mediano anterior. Wartenberg é superficial radial, com sintomas dorsorradiais, não ulnar profundo.
A resposta B descreve diferenciação típica. Duas doenças podem coexistir, portanto ausência das outras manobras não é uma exigência absoluta para todo paciente.
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