Em uma criança portadora de sindactilia, a reconstrução da comissura deve:
- Se possível, enxerto de pele total para evitar contraturas.
- Não possuir enxerto de pele para evitar contraturas.
- Utilizar retalhos livres.
- Evitar a utilização de retalhos locais.
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Conceito-chave
A nova comissura deve ser revestida por retalho bem planejado, evitando enxerto nesse ponto de grande risco de contratura. Um enxerto pode retrair e favorecer migração distal da comissura, conhecida como web creep. O retalho fornece cobertura com estrutura e mobilidade mais adequadas ao espaço.
Isso não significa proibir enxertos em toda a separação de sindactilia. Enxerto de pele total pode ser necessário nas faces laterais dos dedos para completar cobertura, com menor retração secundária que um enxerto parcial. Comissura e laterais têm necessidades diferentes.
Desenhos locais distribuem cicatrizes e preservam vascularização. Retalho livre não é o recurso habitual para uma comissura simples; sua complexidade não traz benefício automático.
Crescimento, tensão, desenho e condição da pele influenciam recidiva. O objetivo é uma comissura profunda e estável que permita abdução e evite uma cicatriz longitudinal contrátil.
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