Paciente sofreu trauma no terceiro dedo da mão esquerda durante atividade esportiva (basquete) há 1 dia. Apresenta dor e edema na articulação interfalângica proximal, com exame radiográfico sem fratura. Ao realizar uma manobra ao exame físico, o médico coloca o dedo do paciente com a articulação interfalângica proximal em 90 graus de flexão e pede para ele realizar a extensão da articulação interfalângica distal, o que ele consegue fazer. Com esta manobra, pode-se concluir sobre a integridade
- do ligamento retinacular oblíquo.
- do ligamento retinacular transverso.
- das bandas laterais.
- da banda central.
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Conceito-chave
Elson investiga como a força extensora chega à falange média e à distal. Com a IFP a 90° na borda da mesa, o paciente tenta estendê-la contra resistência. O examinador avalia a IFD: se a banda central está íntegra, ela transmite força à base dorsal da falange média e a IFD permanece relativamente frouxa. Se a banda central rompe, o tendão terminal e as bandas laterais são recrutados, e a IFD fica rígida e estende.
Por isso, observar extensão distal nesse contexto não prova integridade da banda central; pode indicar precisamente sua falha. É necessário distinguir o resultado do teste das posições usadas no tratamento. A lesão aguda da banda central é protegida com IFP em extensão e IFD livre para flexão ativa.
A radiografia normal não afasta uma lesão tendínea fechada. A anatomia e o exame dirigido permitem procurar uma ruptura que pode evoluir com deformidade em botoeira. O teste não deve ser reduzido a pedir extensão da ponta sem posicionar a IFP e avaliar a resistência e a rigidez distal.
Leia “Teste de Elson”, na seção “Interfalângica proximal: luxações e banda central” do resumo do Rockwood & Green, 10ª edição, capítulo 45.
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