O implante de feixe vascularizado descrito por Hori origina-se da artéria
- segunda intermetacarpal dorsal.
- suprarretinacular intercompartimental 1,2.
- suprarretinacular intercompartimental 2,3.
- do compartimento extensor 4,5.
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Conceito-chave
Implantar um feixe vascular em um osso é diferente de transferir um enxerto ósseo que já chega vascularizado. A técnica de Hori usa um feixe arterial e venoso para favorecer vascularização, tendo como referência a segunda artéria intermetacarpal dorsal na pergunta.
As artérias intercompartimentais suprarretinaculares do rádio distal, como 1,2, são referências de outros enxertos ósseos pediculados. Nesse caso, leva-se um bloco com suas conexões vasculares, em vez de apenas implantar o feixe da técnica perguntada.
A distinção de mecanismo evita misturar técnicas de revascularização de ossos do carpo. A indicação depende da viabilidade, deformidade, cartilagem e objetivo da reconstrução. Acrescentar circulação não restaura automaticamente uma superfície já destruída.
O nome do vaso deve ser ligado ao tecido e ao método que ele sustenta. Estar próximo do punho não torna todos os pedículos equivalentes.
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