Qual(is) raiz(es) nervosas formam o tronco superior do plexo braquial?
- C5 e C6
- C6 e C7
- C7 e C8
- C8 e T1
- Apenas C5
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Conceito-chave
A organização do plexo braquial. O plexo é formado pelos ramos ventrais de C5 a T1 e se organiza em cinco níveis: raízes, troncos, divisões, fascículos e ramos terminais (mnemônico: "Randy Travis Drinks Cold Beer").
Os troncos. Formam-se no trígono posterior do pescoço, entre os músculos escalenos anterior e médio.
| Tronco | Raízes |
|---|---|
| Superior | C5 e C6 |
| Médio | C7 (sozinha) |
| Inferior | C8 e T1 |
As divisões e os fascículos. Atrás da clavícula, cada tronco se divide em uma divisão anterior (flexores) e uma posterior (extensores). Na axila, elas formam os fascículos, nomeados pela relação com a artéria axilar:
- lateral: divisões anteriores do tronco superior e do médio (C5 a C7);
- medial: divisão anterior do tronco inferior (C8 e T1);
- posterior: as três divisões posteriores (C5 a T1).
Ramos que saem do tronco superior. O nervo supraescapular (C5, C6), para o supraespinal e o infraespinal, e o nervo para o subclávio.
Aplicação clínica: a paralisia de Erb-Duchenne. A lesão do tronco superior (C5 e C6), típica do trauma de parto com tração lateral da cabeça ou de quedas sobre o ombro em motociclistas, paralisa os abdutores e rotadores externos do ombro e os flexores do cotovelo. O membro fica em adução, rotação interna, cotovelo estendido e antebraço pronado: a posição de "gorjeta do garçom". A lesão de C8 e T1 (Klumpke) afeta os músculos intrínsecos da mão e pode vir com síndrome de Horner.
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