Na síndrome compressiva do membro superior, o paciente com teste de FROMENT positivo é classificado por MCGOWAN como tipo
- l.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
A classificação de McGowan gradua a compressão do nervo ulnar no cotovelo (síndrome do túnel cubital) pela gravidade do quadro clínico:
grau I: queixas sensitivas (formigamento no 4º e 5º dedos) e, no máximo, uma fraqueza que o paciente sente, mas que o exame não mostra;
grau II: fraqueza objetiva dos músculos intrínsecos, que o examinador consegue medir, sem atrofia;
grau III: fraqueza com atrofia muscular, sobretudo do 1º interósseo dorsal, garra do 4º e 5º dedos e paralisia evidente.
Onde entra o sinal de Froment: o paciente segura uma folha de papel entre o polegar e o indicador. Sem a força do adutor do polegar (inervado pelo ulnar), ele dobra a ponta do polegar, usando o flexor longo do polegar (do mediano) para compensar. É, portanto, uma fraqueza objetiva: o paciente já saiu do grau I. Se ainda não há atrofia, está no grau II.
Por que importa: o prognóstico piora muito no grau III, em que a recuperação motora costuma ser incompleta mesmo após a cirurgia. Operar antes da atrofia dá melhores resultados.
Tratamento: nos graus leves, evitar dobrar o cotovelo por muito tempo e usar órtese noturna em extensão. Nos graus mais avançados, descompressão in situ ou transposição anterior do nervo.
Na prova: Froment positivo, sem atrofia = McGowan II.
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