Segundo a classificação artroscópica de PALMER para as lesões traumáticas da fibrocartilagem, a fratura marginal da fossa sigmoidea é descrita como classe
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Conceito-chave
O complexo da fibrocartilagem triangular (CFCT) é um disco que fica entre a cabeça da ulna e o carpo, preso no rádio (borda da fossa sigmoide, a superfície do rádio onde a ulna articula) e na ulna (fóvea e estiloide).
A classificação de Palmer divide as lesões em classe 1, traumáticas, e classe 2, degenerativas. As traumáticas são separadas pelo local da lesão:
1A: perfuração central do disco. O centro não tem vasos, por isso não cicatriza: trata-se com desbridamento artroscópico;
1B: avulsão do lado ulnar (fóvea ou estiloide da ulna), com ou sem fratura do estiloide. É a que mais se associa à instabilidade da radioulnar distal; trata-se com reinserção;
1C: avulsão distal, dos ligamentos ulnossemilunar e ulnopiramidal;
1D: avulsão do lado radial, da borda da fossa sigmoide, com ou sem fratura dessa borda. O reparo reinsere o disco no rádio.
Para memorizar: centro, ulnar, distal, radial = A, B, C, D.
Na prova: fratura marginal da fossa sigmoide = Palmer 1D.
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