A PBO tem como fator de risco,
- posição cefálica
- distócia de ombro
- o baixo peso ao nascer
- um primeiro estágio do parto prolongado
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Conceito-chave
A paralisia braquial obstétrica (PBO) é a lesão do plexo braquial durante o parto, que ocorre em cerca de 1 a 3 de cada 1.000 nascidos vivos.
O mecanismo: na distócia de ombro, o ombro da frente do bebê fica preso atrás do osso púbico da mãe. Para tirar o bebê, a cabeça é puxada para o lado, e o ângulo entre a cabeça e o ombro se abre demais, esticando as raízes do plexo braquial no pescoço.
Os fatores de risco:
distócia de ombro: o principal;
macrossomia: bebê grande, acima de 4 a 4,5 kg;
diabetes e obesidade da mãe, que levam à macrossomia;
parto com fórceps ou vácuo;
segundo estágio do parto prolongado (a fase de expulsão);
apresentação pélvica (o bebê nasce de nádegas): pode causar lesões de C5 e C6 nos dois lados e mais avulsões;
lesão semelhante num parto anterior.
Um detalhe: parte dos casos acontece sem distócia, até em cesarianas, pelas próprias forças do parto dentro do útero.
Na prova: a distócia de ombro é o principal fator de risco da paralisia braquial obstétrica.
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