Na dissecção posterior do joelho, o tronco nervoso central indicado pela seta é o

- tibial.
- safeno.
- fibular comum.
- cutâneo femoral posterior.
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Conceito-chave
A inervação da perna se organiza por compartimentos, mas os nervos cutâneos precisam ser estudados à parte. O nervo fibular comum contorna o colo da fíbula e se divide em superficial e profundo. O superficial supre os fibulares longo e curto no compartimento lateral. O profundo acompanha o compartimento anterior e inerva seus dorsiflexores e extensores dos dedos.
O nervo tibial desce pela região posterior e fornece os ramos motores para os compartimentos posterior superficial e profundo. Já o safeno é um ramo sensitivo do nervo femoral: atende à pele medial da perna e dá o ramo infrapatelar para a região anterior e medial do joelho. Seu trajeto abaixo do joelho não o transforma em ramo do tibial.
| Nervo | Relação anatômica ou território |
|---|---|
| Fibular comum | Colo da fíbula, antes da divisão terminal |
| Fibular profundo | Músculos do compartimento anterior |
| Fibular superficial | Músculos do compartimento lateral |
| Tibial | Músculos posteriores superficiais e profundos |
| Safeno | Sensibilidade medial da perna e ramo infrapatelar |
| Sural | Sensibilidade posterolateral distal da perna e região lateral do pé |
O sural é cutâneo; não é o nervo motor do compartimento posterior. Sua formação apresenta variações, portanto o território e o trajeto superficial são referências mais constantes que uma origem única obrigatória. Na dissecção posterior do joelho, o tibial ocupa a região central, enquanto o fibular comum se dirige lateralmente à fíbula. Essa separação permite conferir qual tronco foi apontado antes de relacioná-lo à função.
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