O tronco nervoso indicado ao contornar o colo da fíbula, antes de sua divisão terminal, é o

- sural.
- tibial.
- fibular comum.
- fibular profundo.
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Conceito-chave
A seta está junto ao colo da fíbula, no trajeto de um nervo que contorna o osso antes de seguir para seus ramos. Essa relação identifica o nervo fibular comum, alternativa C. A referência útil é o colo da fíbula; não basta escolher um nome porque também aparece na perna.
O capítulo descreve o fibular comum profundo e posterior ao tendão do bíceps, contornando a fíbula cerca de 1,5 a 2 cm abaixo da ponta do estiloide. Como o nervo fica preso nessa região e no septo intermuscular, forças que afastam os segmentos do joelho podem estirá-lo por um trecho extenso. Isso explica sua vulnerabilidade na lesão do canto posterolateral e nas luxações do joelho (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O nervo fibular comum”).
O enunciado pede o tronco antes da divisão. Fibular profundo é uma identificação distal, de ramo, e não o nome do tronco nesse ponto. O nervo tibial também é relevante no joelho, inclusive pelo risco durante o túnel tibial do cruzado posterior, mas não é a estrutura que contorna o colo fibular.
A relação anatômica tem consequência prática: documentar a função nervosa antes de intervir e protegê-lo na abordagem lateral. Quando há paralisia, o capítulo destaca órtese e mobilização de pé e tornozelo desde o início, para evitar equino que prejudique a marcha e opções reconstrutivas futuras.
Por que esta questão foi criada. Treina a identificação anatômica que explica a lesão nervosa nas instabilidades laterais e sua proteção durante a reconstrução.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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