Os pontos de referências demonstrados na figura a seguir são utilizados como parâmetro para a confecção do túnel femoral na reconstrução do ligamento

- colateral tibial.
- oblíquo posterior.
- cruzado posterior.
- patelofemoral medial.
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Conceito-chave
A figura mostra a referência de Schöttle. No perfil verdadeiro do fêmur distal, com côndilos sobrepostos, a cortical femoral posterior, a transição do côndilo medial e o limite posterior da linha intercondilar de Blumensaat formam marcos para localizar um ponto femoral próximo da origem anatômica do ligamento patelofemoral medial. O ponto vermelho indica onde se planeja a fixação ou o túnel femoral desse ligamento.
Por que alguns milímetros importam. O ligamento patelofemoral medial é o principal restritor estático da translação lateral da patela nos primeiros graus de flexão. Túnel femoral mal posicionado pode alterar o comprimento funcional do enxerto durante o arco de movimento. Se ficar excessivamente tenso em flexão, pode provocar dor, limitação de flexão e sobrecarga da cartilagem medial da patela.
A radiografia é referência, não substituto da anatomia. A posição também é conferida pelos marcos ósseos entre o epicôndilo medial e o tubérculo dos adutores e pela avaliação intraoperatória da tensão do enxerto. Os túneis dos ligamentos cruzados são intra-articulares e não se localizam por esse esquema lateral do côndilo.
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