Após a fixação de uma fratura do colo do fêmur com parafusos, um exemplo clinicamente relevante de concentrador de tensão que predispõe à fratura subtrocantérica é
- o uso de arruela no parafuso superior.
- a colocação de três parafusos paralelos.
- um parafuso com entrada baixa na cortical lateral.
- o uso de parafusos canulados.
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Conceito-chave
O ponto fraco fica na cortical. Depois da fixação de uma fratura do colo femoral, uma fratura subtrocantérica pode surgir no trajeto do parafuso mais inferior. A entrada baixa na cortical lateral cria uma descontinuidade justamente numa região submetida a grande momento de flexão. Sob carga repetida, o orifício funciona como concentrador de tensão.
A posição importa mais que o formato da cabeça. O planejamento dos parafusos deve oferecer apoio ao colo sem deslocar desnecessariamente a entrada inferior para a região subtrocantérica. Também importam a qualidade óssea, o número e o diâmetro dos orifícios e o trauma subsequente; não é correto atribuir toda fratura tardia a um único detalhe do implante.
Pense no caminho das forças. A carga transmitida da cabeça femoral ao fêmur proximal atravessa o colo e a região trocantérica. Um orifício lateral muito distal interrompe a continuidade da cortical na zona de maior solicitação. Esse é o mecanismo biomecânico que distingue a alternativa correta das opções que apenas descrevem configurações usuais de fixação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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