Nas fraturas predominantemente simples do fêmur distal fixadas com placa bloqueada lateral em ponte, observam-se
- altas taxas de consolidação, com calo simétrico.
- altas taxas de consolidação, com mais calo no lado lateral.
- taxas altas de pseudartrose, com mais calo no lado lateral.
- taxas altas de pseudartrose, com mais calo no lado medial.
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Conceito-chave
A placa bloqueada lateral não gera movimento uniforme. No fêmur distal, uma placa colocada só na face lateral pode deixar o foco muito rígido junto ao implante e permitir deslocamento relativamente maior na cortical medial. A formação de calo secundário tende, então, a ser assimétrica, mais evidente do lado medial.
Fratura simples em ponte exige atenção especial. Se os fragmentos de uma fratura simples permanecem separados e recebem uma montagem em ponte muito rígida, o pouco movimento lateral pode não estimular calo suficiente, enquanto o movimento medial não compensa a falta de contato cortical. Séries de placas bloqueadas laterais relataram pseudartrose e calo irregular. Isso é uma associação observada, não a afirmação de que toda placa bloqueada causará falha.
A estratégia depende do padrão. Uma fratura simples redutível pode precisar de compressão interfragmentária para estabilidade absoluta. Nas multifragmentares, a ponte preserva biologia, mas requer comprimento de placa, distribuição de parafusos e estabilidade compatíveis com a consolidação. Avaliar suporte medial e alinhamento evita atribuir todos os problemas apenas à rigidez do metal.
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